25 Fevereiro 2010

Bolachas de parmesão e alecrim

Estas não são as famosas bolachinhas da sorte que trazem mensagens dentro. Mas bem podiam ser. Não trazem mensagens dentro mas hoje trazem sorte a quem há uns tempos as publicou. A receita já a repeti pela segunda vez mas hoje achei que devia publicá-la já que vou anunciar o vencedor deste sorteio. Gasparzinha, o 11 foi o teu número! Parabéns! Cá te espero em terras do sul. : )
Sem mais demoras passemos à receita que alterei da original a meu gosto pessoal. Fica aqui a segunda versão que fiz e que conquistou mais fãs aqui em casa. Mais altas e mais fofas são óptimas para mergulhar numa infinidade de molhos. E são perfeitas para acompanhar um bom fondue! Provem!


Bolachas de parmesão e alecrim

Ingredientes: 1 chávena (140g) de farinha, 50g de azeite, 60ml de natas, 60g de queijo parmesão, 1 colher chá de alecrim fresco picado, flor de sal para polvilhar

(T): Misture a farinha, o azeite, o queijo ralado e o alecrim até formar uma massa areada, tipo farofa.
Junte as natas e faça uma bola com a massa. Leve ao frio por cerca de 30 minutos.
Estenda a massa* em cima do papel vegetal ou tapete de silicone e corte as bolachas com um corta-pizza. Polvilhe-as com a flor de sal e leve ao forno pré-aquecido a 180º durante cerca de 8 a 10 minutos.

(B): Rale o queijo na vel 9. Junte os restantes ingredientes e misture 15 seg na vel 6. Faça uma bola com a massa* e leve ao frio por cerca de 30 minutos.
Estenda a massa em cima do papel vegetal ou tapete de silicone e corte as bolachas com um corta-pizza. Polvilhe-as com a flor de sal e leve ao forno pré-aquecido a 180º durante cerca de 8 a 10 minutos.


Notas:
*- Se preferir as bolachas mais finas estique bem a massa e pique-as com um garfo para que não inchem na cozedura. Se quiser umas bolachas como as da foto, mais fofas, não deixe a massa muito fina nem as pique com o garfo.

21 Fevereiro 2010

Como um simples bife de atum pode contar uma história

Pode não ser um peixe que se coma todos os dias mas todos conhecem o atum. Podem ainda não ter provado o espinhaço, as peles ou a barriga mas de certeza que, pelo menos, já o provaram em conserva. Mas provavelmente desconhecem que a pesca do atum foi uma das fontes de riqueza que mais contribuiu para a prosperidade económica da cidade de Tavira e da região do Algarve, dando trabalho e pão a inúmeras famílias de pescadores.

Proponho que recuemos um pouco no tempo e façamos uma curta viagem à história da pesca do atum e do Arraial Ferreira Neto.

Chamavam-lhe a tourada do mar. Um espectáculo de força e movimento, envolvido com o baloiçar dos barcos, a rudez do atum e a algazarra dos homens que dedicavam toda a sua força e agilidade a esta arte, repetindo gestos que culminavam no copejo, o momento em que o atum apanhado nas redes era arpoado.

A armação medo das cascas existia desde 1881 em Cabanas de Tavira mas viria a instalar-se definitivamente em Tavira em Abril de 1945 com o nome de Arraial Ferreira Neto.

O Arraial surge assim como uma “aldeia” de gentes do mar, de linhas rústico-portuguesas, onde habitavam entre 400 a 500 pessoas. Local de migração sazonal, entre Março e Setembro, era ali que durante a faina pescadores e famílias viviam e cuidavam nas oficinas dos materiais e apetrechos essências a esta pesca, sendo-lhes fornecido tudo o que precisavam para a vida quotidiana

Para além das habitações o Arraial Ferreira Neto compreendia ainda armazéns de recolha e restauro de material, escritórios, depósitos de viveres, padaria, escola primária, capela, posto médico e barbearia.

A armação (grande conjunto de redes que estavam verticalmente suspensas na água, da superfície ao fundo e que formavam uma barreira) era uma verdadeira obra de engenharia náutica que se montava longe da costa e envolvia cerca de 23 embarcações, quilómetros de redes e milhares de bóias e era composta por corpo da armação, guia e rabeira.

A barreira era assim formada e orientava-se em relação à linha da costa e à marcha do atum de modo a detê-lo e a encaminhá-lo para um compartimento que se situava a meio da estrutura onde viria a ser capturado.

Aos poucos o peixe ia sendo filtrado pela larga rede da rabeira até chegar à fina do copo e era aqui que o atum chegava à armadilha final e se dava o momento do copejo, a fase mais fascinante de toda a faina. A água agitava-se, as barcas de testa fechavam as portas e a rede era levantada devagar apertando o atum. Os homens armados de um gancho comprido, o bicheiro, espetavam o peixe e puxavam-no para os barcos.

Terminada a faina a companha regressava ao Arraial. No mastro da torre de vigia içavam-se as bandeiras que indicavam, em centos, as quantidades aproximadas do peixe capturado, conforme o vigia ia avistando os barcos carregados de peixe. E daqui o peixe seguia para a lota onde chegou a ser vendido a quatro escudos o quilo.

No ano de 1881 as armações do Barril e Medo das Cascas pescaram respectivamente 46.825 e 40.729 atuns, de direito e de revés.

Mas um dia o peixe fugiu da costa e as armações foram desaparecendo. Em 1972 montou-se pela última vez a armação, cessando nesse mesmo ano.
O Arraial Ferreira Neto fechou as suas portas e assim permaneceu durante anos, encerrando em si vestígios e histórias de uma arte que se perdeu no tempo e que deixou marcas na história económica e social do Algarve.


E foi apenas no ano 2000 que o Arraial Ferreira Neto ganhou nova vida. A sua estrutura deu vida ao actual Hotel Vila Galé Albacora que recuperou a sua estrutura e traça original e se integrou harmoniosamente com a sua envolvente natural, em pleno Parque Natural da Ria Formosa.

Dos armazéns recriaram-se quartos, a escola primária deu corpo a um clube de crianças, a capela foi restaurada e preparada para receber eventos e a padaria transformou-se em museu. É aqui que vai poder ver de perto uma maquete que ilustra na perfeição a grande obra de engenharia que era a armação do atum. De igual forma poderá observar documentos centenários da Companhia de Pescarias do Algarve e ainda um vídeo que retrata todo o processo de captura dos tunídeos.
Aqui nada foi deixado ao acaso e até a gastronomia se recria em pratos típicos algarvios, muitos deles tendo o atum como base.

Para quem não conhece aqui fica a sugestão para um fim-de-semana diferente, em contacto com a natureza pura e a história viva!

E como este post coincide com a reabertura do Hotel Vila Galé Albacora - Arraial Ferreira Neto, o Figo Lampo associou-se ao evento e vai ser sortear entre os comentadores deste post um fim-de-semana para duas pessoas neste hotel. O passatempo decorre até ao final do dia 23 deste mês, sendo considerados todos os comentários deixados até essa data (um comentário por pessoa).

E agora, sem mais conversas, deixo-vos uma receita que mesmo sendo muito simples, deixa-me sempre a boa lembrança da tourada do mar..


Bifes de atum de cebolada

Ingredientes (para e pessoas): 2 bifes de atum fresco, 2 cebolas, 3 dentes de alho, 2 folhas de louro, salsa, azeite e sal e pimenta preta q.b.

(T): Tempere os bifes com sal, pimenta, louro e os dentes de alho cortados em rodelas e deixe marinar durante algumas horas.
Escorra-os depois e leve-os a fritar no azeite, de ambos os lados. Retire-os para um prato e junte ao azeite a cebola em rodelas finas. Quando a cebola estiver translúcida, introduza os bifes de atum de novo deixe cozinhar mais uns minutos de um lado e do outro. Rectifique os temperos e polvilhe com salsa picada finamente. Sirva de imediato com batata cozida.



Notas:
- O vencedor do passatempo será anunciado no próximo post do Figo Lampo;

- O prémio é uma cortesia do Hotel Vila Galé Albacora;
- Foto da pesca do atum do arquivo do Hotel.

17 Fevereiro 2010

Creme de feijão verde e cenouras assadas com alecrim

O Algarve até pode ser quente durante grande parte do ano mas a verdade é que também consegue ser frio, muito frio. Um frio húmido que se entranha nas casas, na roupa, no carro. Gela-me por completo e o meu refúgio são as sopas quentes, bem quentes!


Creme de feijão verde e cenouras assadas com alecrim

Ingredientes: 4 cenouras grandes, 150gr de feijão verde, 1 cebola, 1 courgette, 1 batata pequena, 1 colher de chá de sementes de coentros, 1l de caldo de legumes, 1 colher de chá de alecrim seco, azeite, sal e pimenta preta moída q.b.

(T): Arranje o feijão verde, pele as cenouras e corte-as ao meio transversalmente. Disponha o feijão e a cenoura num tabuleiro de forno, regue-os com o azeite, salpique com o alecrim, as sementes de coentros, o sal e a pimenta. Leve ao forno por cerca de 30 minutos a 180º.
Coloque um fio de azeite no fundo da panela e junte a courgette, a cebola e a batata em pequenos cubos. Deixe cozinhar uns minutos, junte o feijão verde e a cenoura, adicione o caldo de legumes bem quente e cozinhe por mais 20/30 minutos. Rectifique os temperos e triture tudo com a varinha mágica até obter um creme.

(B): Arranje o feijão verde, pele as cenouras e corte-as ao meio transversalmente. Disponha o feijão e a cenoura num tabuleiro de forno, regue-os com o azeite, salpique com o alecrim, as sementes de coentros, o sal e a pimenta. Leve ao forno por cerca de 30 minutos a 180º.
Coloque a courgette, a cebola e a batata no copo e dê 2 toques de turbo. Junte o azeite e programe 5 min, 100º, vel 1 ½.
Junte o feijão verde, a cenoura e o caldo (ter em atenção o nível máximo) e programe 20 min, 100º, vel 2.
Rectifique temperos e triture 30 seg, na vel 5-7-8.



Notas:
- A quantidade de caldo é indicativa pelo que deverá ter em atenção o volume de legumes de modo a que o creme não fique muito líquida.

14 Fevereiro 2010

Lollipops de morango cobertos de chocolate e pistachio

São provocantes e tentadores. Y Seduzem ao olhar e conquistam à primeira dentada. Y E são perfeitos para o dia de hoje! Y Feliz dia de São Valentim! Y


Lollipops de morango cobertos de chocolate e pistachio
Ingredientes: morangos, chocolate negro, gengibre em pó, pistachios sem sal, paus de espetadas
(T): Corte os paus de espetadas ao meio e reserve a metade pontiaguda. Lave bem os morangos e seque-os com papel absorvente (não retire os pés). Triture os pistachios e coloque-os numa taça. Derreta o chocolate em banho maria e misture uma pitada de gengibre. Espete os morangos nos paus das espetadas e mergulhe-os no chocolate até 3/3 do pé e de forma a que fiquem bem cobertos pelo chocolate. Role-os depois nos pistachios triturados. Coloque-os sobre uma folha de papel vegetal ou tapete de silicone e deixe-os secar. Refrigere por alguns minutos e sirva.


Notas:
- Receita ligeiramente adaptada desta;

- Pode omitir os pistachios ou usar outro fruto seco a gosto.

11 Fevereiro 2010

Orzotto de amêijoas e gambas

Há uns tempos atrás li algures na internet uma sugestão de cozinhar as massas como se cozinha o risotto. O resultado era exactamente uma massa bem cozinhada e cremosa, características base de um risotto. Andei com esta ideia na cabeça durante algum tempo até que um dia ao desviar um pacote de orzo (vulgo massa pevide) para alcançar outro, me lembrei da dica. Antes de a concretizar, e ainda um pouco a medo de estar a inventar demais, googlei orzotto e obtive alguns (bons) resultados. A experiência foi feita com os ingredientes que estavam à mão. Foi aprovada e está já pronta para ser testada outra versão. Experimentem vocês!

Orzotto de amêijoas e gambas

Ingredientes (para 2 pessoas): 250gr de gambas, 1 mão cheia de miolo de amêijoa, 1 cebola, 2 dentes de alho, 8 tomates cereja cortados ao meio, 1/2 talo de aipo, 1 copo de vinho branco, 1 chávena bem cheia de orzo, 800ml de água da cozedura das gambas (coada), azeite, sal e pimenta preta q.b.

(T): Coza as gambas em água com sal. Descasque-as e reserve os miolos e a água da cozedura coada (mantenha-a bem quente). Pique a cebola e os alhos e refogue no azeite em lume baixo. Junte os tomates cereja em metades (se forem muito grandes corte-os em quartos) e o aipo picado muito finamente. Deixe cozinhar durante aproximadamente cinco minutos, mexendo de vez em quando. Junte o vinho e deixe evaporar.

Adicione 1/3 do orzo e um pouco de água da cozedura e deixe cozinhar mexendo sempre. Vá adicionando o orzo e a água nas mesmas quantidades, aos poucos, deixando a massa absorver bem a água antes de adicionar mais. Tempere com pimenta preta moída na hora e rectifique o sal. Deixe a massa cozinhar até apresentar um aspecto cremoso, mexendo sempre. Junte o miolo das gambas e das amêijoas, envolva bem e tape a panela. Sirva de seguida.


Notas:
- Pode usar miolo de camarão congelado e um caldo de marisco ao invés da água da cozedura;
-
Pode também substituir o tomate cereja por um tomate maduro limpo de peles e sementes, cortado em bocadinhos.

08 Fevereiro 2010

Cogumelos salteados com linguiça e broa de milho

Volta e meia cogumelos. Se estiverem à mão são recurso frequente nas nossas refeições. Acompanham, enriquecem ou são simplesmente o prato principal. As combinações são as mais variadas, consoante os recursos e os apetites da altura. Esta foi mais um caso bem sucedido. Rápida, simples e saborosa. Palavrinhas mágicas que nos dias de hoje fazem toda a diferença na hora de decidir o que cozinhar.

Boa semana!


Cogumelos salteados com linguiça e broa de milho

Ingredientes (para 2 pessoas): 1 embalagem de cogumelos portobello pequenos, 1/2 linguiça de porco preto, azeite, 1 pedaço de broa de milho (equivalente a 3 fatias), salsa, 2 dentes de alho, azeite, mistura de ervas aromáticas, sal e pimenta preta q.b.

(wok): Pique a broa com a salsa e os dentes de alho na picadora e reserve. Cubra o fundo do wok com o azeite. Junte a linguiça em fatias finas e salteie. Junte os cogumelos laminados, polvilhe com as ervas aromáticas e tempere a gosto com o sal e a pimenta preta moída na hora. Deixe cozinhar uns minutos, mexendo de vez em quando. Junte a broa picada envolva e retire do lume. Sirva de imediato.


Notas:
- Se os cogumelos libertarem muita água deverá escorrê-la antes de juntar a broa;
- Pode usar outra espécie de cogumelos a gosto.

04 Fevereiro 2010

Bochechas de porco preto estufadas em Moscatel

Tenho a sorte de estar geograficamente perto de Espanha. Ayamonte (Andaluzia) está a meia hora de caminho e as idas lá são frequentes ora para encher o depósito do carro, ora para comprar tintas para o hobbie das pinturas, ora para ir espreitar as colecções de sapatos, ora para ir comprar cerdo ibérico. Por norma é lá que a minha mãe compra a carne de porco preto e a escolha recai sempre pelos secretos, plumas, lombinhos e bochechas.

Para outras compras gosto de ir ao supermercado que fica no Centro Comercial. É lá que encontro produtos alimentares e outros que por cá não se vêem. Além disso em muitos produtos a relação qualidade/preço compensa bastante. A variedade de produtos é enorme e raramente consigo não furar a lista de compras. : )

E desta vez as bochechas vieram também de lá. A receita trouxe emprestada do chef Vítor Sobral que além de as estufar em Moscatel ainda as acompanhava com puré de lombardo e uvas salteadas. Eu fiquei-me pelo petisco principal e sem mais demoras acompanhei-as com umas batatinhas assadas no forno que virão apresentar-se por aqui um destes dias.

Vamos à receita?

Bochechas de porco preto estufadas em Moscatel

Ingredientes: 1 embalagem de bochechas de porco preto (aprox. 600g), 1 colher (de chá) de massa de pimentão, 2 dentes de alho picados,125g de cebola picada, 50g de tomate pelado, 0,5 dl de vinho branco, 2,5 dl de vinho moscatel (usei de Setúbal), azeite virgem extra q.b., 1 folha de louro, sal e pimenta preta de moinho q.b.

(T): Coloque as bochechas de porco numa marinada com o pimentão, o vinho branco, o louro, o sal e a pimenta de moinho, durante pelo menos 24 horas. Escorra as bochechas da marinada, core-as no azeite, junte o alho, a cebola e o tomate, refresque com o moscatel e deixe estufar até ficarem tenras. Retire a carne e bata o molho resultante.



Notas:
- Optei por não bater o molho restante, coloquei-o por cima das bochechas ao servir;
-
Pode substituir o moscatel por vinho do Porto ou outro vinho licoroso a gosto.

P.S. - Obrigada por todas as palavras de ânimo e carinho deixadas. O ânimo há-de regressar!

01 Fevereiro 2010

Sem palavras..

Poucas palavras me fazem sentido nesta fase. Poucas palavras são capazes de descrever o meu estado de espírito de tão vazio que está. Poucas palavras para fases menos boas pelas quais todos passamos na vida.

Em compensação, muitas palavras num jantar que terminou com esta flagrante delicia. Muitas palavras seriam poucas para descrevê-la. E, sem mais palavras, deixo a receita tal e qual de onde veio..



Panna Cotta de café com toffee de laranja e iogurte de chocolate
Ingredientes para a panna cotta: 750 ml de nata com um 35% de matéria gorda, 3 folhas de gelatina (6g), 120g de açúcar, 100g de grãos de café

Ingredientes para o iogurte de chocolate: 250g de iogurte natural, 100g de chocolate negro com 70% de cacau, partido em pedacinhos

Ingredientes para o toffee de laranja: 225g de nata, 112,5g de açúcar, raspa de 1/2 laranja grande

(T): Infusionar os grãos de café em frio na nata durante 24 horas. Coar a nata para retirar os grãos de café. Lavar bem as folhas de gelatina e hidratar em água fria. Aquecer a nata e retirar do lume. Dissolver o açúcar na nata e depois as folhas de gelatina. Repartir a panna cotta por 10 copinhos. Refrigerar no mínimo 4 horas ou até que estejam firmes.
Para fazer o iogurte de chocolate, derreter o chocolate em banho-maria. Misturar com o iogurte natural e refrigerar até que esteja completamente frio e espesso.
Para fazer o toffee de laranja, caramelizar o açúcar em seco (levar o açúcar ao lume e mexer até que caramelize). Misturar a nata quente (a nata deve estar quente para que não saplique). Misturar a raspa de laranja e refrigerar até que esteja completamente frio.

Montagem:
Repartir o toffee pelos copinhos de panna cotta. Colocar por cima uma colher generosa de iogurte de chocolate.Terminar com cacau em pó (terminei com um grão de café coberto por chocolate negro).


Notas:
- Receita do Flagrante Delicia;
- Fiz metade da receita e deu para 3 copos dos que vêem na foto;
- Aconselho a usarem o iogurte à temperatura ambiente para ser mais fácil juntar o chocolate derretido (o meu estava frio e o chocolate foi solidificando logo).